Programa Liderar e Projeto Formar – capacitação na Amazônia

O IEB dedica-se a formar e capacitar pessoas, bem como fortalecer organizações nas áreas de manejo dos recursos naturais, gestão ambiental e territorial e outros temas relacionados à sustentabilidade na região da Amazônia brasileira. O IEB atua em rede, busca parcerias e promove situações de interação e intercâmbio entre organizações da sociedade civil, associações comunitárias, instâncias de governo e o setor privado. Como uma organização de ações educativas, incorpora os saberes de parceiros, as diferentes culturas e as técnicas populares.

Responsável: Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB)

Local de implementação: Região da Amazônia brasileira

Contato

Telefones: (61) 3248-7449 /

Endereço: SCLN 210, Bloco C, salas 209/214 - Brasília (DF)

Site: http://www.iieb.org.br

E-mails: site@iieb.org.br

Descrição

No Liderar, são realizados três encontros formativos distribuídos ao longo de 10 meses, nas cidades de Manuas, Belém ou Brasília. Cada participante recebe orientação pedagógica, conforme suas necessidades específicas, além de uma bolsa-auxílio por 10 meses para ajudar nas despesas pessoais durante a formação continuada. O “Formar PNGATI” (sigla de Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas), por sua vez, é composto por dois módulos, complementares e integrados. O primeiro é a elaboração e implementação em quatro regiões da Amazônia do Programa de Formação Continuada de gestores públicos – da FUNAI, MMA e ICMBio – e de gestores indígenas. O segundo é um trabalho de mapeamento e sistematização das diversas experiências e iniciativas voltadas ao desenvolvimento de agentes ambientais indígenas e centros indígenas de formação em toda a Amazônia Brasileira. Ambas as ações estão interligadas e visam fortalecer a implementação da PNGATI na Amazônia Brasileira, gerando experiências exemplares que podem ser replicadas em outras regiões brasileiras.

Em todos os cursos e programas, aplica-se uma abordagem própria, baseada em metodologias participativas, replicáveis e integradoras, que respeitam características regionais mas pretendem, também, promover modelos adaptáveis em outras situações.

Objetivos

Os programas desenvolvidos pelo IEB têm como objetivo formar e capacitar pessoas, de forma contínua, para favorecer o desenvolvimento de lideranças da sociedade civil da Amazônia e qualificar sua atuação para a defesa dos direitos sociais, ambientais e territoriais dos povos e comunidades tradicionais da região. No caso do Programa Liderar, o objetivo é o desenvolvimento do papel transformador dos grupos sociais organizados e de suas lideranças políticas legítimas. O Formar PNGATI, por sua vez, tem como principal objetivo qualificar gestores públicos e lideranças indígenas para atuarem diretamente com os processos de implementação da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI).

Público-alvo

Lideranças indígenas, gestores indígenas e gestores governamentais

Resultados

No caso do Liderar, a implementação combinada dos três encontros insere as lideranças em um ciclo virtuoso de formação, com impactos positivos em seus desenvolvimentos pessoais e na qualidade das intervenções políticas de suas organizações. A experiência acumulada na implementação de cada projeto orienta a reedição e reestruturação dos próximos. Com isso, pretende-se alimentar a formação de uma rede de lideranças que não apenas se beneficie das oportunidades formativas proporcionadas pelo programa, mas que também contribua para o seu aperfeiçoamento e para a formação de novas e potenciais lideranças a cada nova edição.

Ambos os programas contribuem também para a criação de espaços públicos de diálogo, a aproximação entre os atores sociais e a qualificação de cada um sobre suas potencialidades. No caso do Formar PNGATI, a FUNAI, o ICMBio e o MMA terminam o curso com suas capacidades de implementação aumentadas e as lideranças indígenas mais qualificadas para implementação e controle social da política nas Terras Indígenas.

Como resultado amplo, tem contribuído também para empoderar as comunidades e fortalecê-las em sua autonomia social, cultural, ambiental e econômica. Contribuem para a defesa da integridade do patrimônio natural da região, para o ordenamento territorial, para a efetividade das políticas públicas e para a inclusão de parcelas historicamente marginalizadas da população.

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