mARTadero

O que começou com a recuperação do ex-matadouro municipal de Cochabamba, convertendo um lugar de morte em um centro de vida cultural, na atualidade resultou em uma experiência referência para a cultura e o desenvolvimento. Cultura não como distração, mas como elemento contextualizante e onde a inteligência criativa e trabalho colaborativo abrem caminho para “o futuro que queremos”, construindo narrativas próprias e se livrando das amarras do pensamento adquirido.

Confira mais informações sobre esta prática no site do Almanaque do Futuro: https://almanaquedelfuturo.files.wordpress.com/2017/05/almanaque-del-futuro-19-web.pdf

Responsável: Nodo Asociativo para el Desarrollo de las Artes (NADA)

Local de implementação: Cochabamba

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Descrição

São atualmente cerca de 18 artistas que dedicam seu tempo ao mARTadero, acompanhando anualmente mais de duzentas atividades, entre Hip Hop e breakdance, shows desde heavy metal à música clássica, eventos culturais, momentos presenciais de espaços virtuais, entre outras. Há um sem fim de grupos, iniciativas, campanhas e coletivos de Cochabamba e de espaços de caráter nacional que optaram por construir sua base no mARTadero.

Objetivos

Gerar cultura viva comunitária, sem exclusão e a partir da diversidade, dando espaço a toda a sociedade (LGBT, arte, circo, juventudes, cultura local, entre outros). Os diferentes programas do mARTadero, assim como seus diferentes eventos culturais, respondem a um fio temático condutor: desenvolver e recuperar a capacidade de configurar e construir o futuro.

Público-alvo

Juventude, mulheres, LGBT, comunidade local

Resultados

A partir das atividades do projeto, diversas iniciativas foram formadas. O “Bairro Hacker”, programa coletivo para a juventude, trabalha o acesso e a democratização da cybertecnologia e informação a partir de um laboratório digital (digilab) promovendo o uso do software livre. Artistas e urbanistas trabalham a partir do mARTadero projetos de “acupuntura urbana”, recuperando o espaço público. A associação feminina artesanal KUSKA, criada no espaço do centro, desenvolve mosaicos a partir dos restos industriais de cerâmicas, ganhou prêmios de arte e faz encomendas para a comunidade. Assim como a KUSKA, a Productora Independiente é uma Unidade Produtiva Autônoma (UPA) que trabalha audiovisual e outros formatos de comunicação. Existem também as UPI (Unidades Produtivas Internas), como o café-restaurante La Mosquita Muerta e o serviço de alojamento Prana, que são iniciativas autogestionadas a partir do mARTadero.

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