Aliança do prosumidor

O consumo responsável de alimentos saudáveis, produzidos por famílias agrícolas agroecológicas através de uma rede de solidariedade entre consumidores e produtores, é constituído em uma aliança de prosumidores, agricultores e consumidores da cidade.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2N7aFqh

Nome da entidade ou responsável: Agrosolidaria


As minhocas de Mongui

A gestão dos resíduos sólidos orgânicos domésticos através de processos de minhocultura, realizada de forma associativa, oferece soluções com potencial futuro em termos ambientais, sociais e econômicos.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2N6meyc

Nome da entidade ou responsável: Lombriduz


Granjas sem resíduos

Existem muitas famílias camponesas que incorporam diferentes técnicas de gerenciamento, convertendo assim o lixo em matéria-prima, otimizando o uso de recursos. A implementação e uso de biodigestores é muitas vezes um passo importante na estrada para a fazenda agroecológica.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2Kqy7An

Nome da entidade ou responsável: Asociación Nueva Vida


Produzir com a floresta

A gestão de parcelas com sistemas agroflorestais exige convicção e um contínuo trabalho de cuidados. A situação em que os pioneiros produtores de sistemas agroflorestais amazônicos vivem atualmente demonstra que eles vivem bem, produzindo com a floresta e sem a necessidade de continuar a queimar vegetação. Mas esses casos, caracterizados por uma visão clara da gestão e coexistência sustentáveis, ainda são minoria diante das maiorias, que trabalham com lógicas de curto prazo.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2Key8Il

Nome da entidade ou responsável: Instituto para el Hombre, Agricultura y Ecología (IPHAE)


Gestão do território

A expansão indiscriminada da fronteira agrícola para as áreas de páramo coloca em risco o suprimento de água de toda uma população. Diante dessa situação, a comunidade de Chilco teve que mudar sua lógica na gestão territorial, limitando o acesso ao páramo e restaurando os colchões de água. Essa decisão estratégica na gestão de seu território ajudou a consolidar as economias familiares da comunidade.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2IySdUe

Nome da entidade ou responsável: Fundación Social Cultural Ibarra


Hortas urbanas – no caminho para construir a comunidade

A moradia digna é um direito reconhecido a todos mas negado a muitas famílias, que vivem em condições de habitação precárias, sem acesso a serviços básicos cujas justas exigências são invisibilizadas. Esta dura realidade levou um grupo de vizinhos de Cochabamba, Bolívia, a sonhar com a possibilidade de um espaço de vida em comunidade. A Organização de Inquilinos e Inquilinas de Cochabamba (OINCO) enfrenta uma dura luta, devido à comercialização e especulação da terra urbana, passando pela tarefa de fazer distintos esforços para construir uma comunidade e moradias comunitárias. Um desses esforços permitiu o acesso a uma terra em comodato, que permite aos membros do OINCO produzirem alimentos saudáveis, organizando a Escola Popular de Agroecologia, como parte de sua filosofia de aprender e ensinar a gerenciar o solo.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2yMqX4S

Nome da entidade ou responsável: Organización de Inquilinas y Inquilinos de Cochabamba (OINCO)


Projeto Horizonte Verde

Com patrocínio do Programa Petrobras Ambiental (2013-2015), foi iniciado o projeto Horizonte Verde, voltado à reconversão produtiva de áreas com agricultura “corte e queima” para agricultura de baixo carbono com a implantação e apoio a produção de mudas, manejo de agroflorestas voltadas à produção de alimentos e valorização de sementes (açaí, cumaru, pequi e castanha-do-Pará).

Nome da entidade ou responsável: Instituto Socioambiental Floranativa


Fiando com Dignidade

Partindo de uma iniciativa coletiva pelo resgate cultural de um setor produtivo surge no caminho a aposta de construir um desenvolvimento que permita a comercialização de produtos artesanais de qualidade e, acima de tudo, com identidade local e produtiva.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2yThQzu

Nome da entidade ou responsável: Corpolienzo


Clínica Ambiental – Projeto de reparação socioambiental

Na região amazônica da fronteira entre Equador e Colômbia, os problemas que atingem a população local não são menores: extrativismo petroleiro, contaminação da natureza, violência social. O sistema Wiphala da Clínica Ambiental é uma mostra fiel de que é factível mudar a realidade a partir de sua própria vida, começando processos e transformações ao seu alcance, sem ignorar ao mesmo tempo problemas de maior calibre.

Confira mais informações sobre esta prática no site do Almanaque do Futuro: https://almanaquedelfuturo.files.wordpress.com/2017/05/almanaque-del-futuro-14-web.pdf

Nome da entidade ou responsável: Acción Ecológica


Selo Origens Brasil

Desenvolvido pelo IMAFLORA – Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola e pelo ISA – Instituto Socioambiental, o Selo Origens Brasil®, lançado em 2016, é um sistema de garantia que assegura a rastreabilidade da produção e relações comerciais éticas por meio de uma plataforma tecnológica de gestão da informação. Esta plataforma permite um controle interativo das informações das cadeias produtivas do território (produção, comercialização e indicadores de impacto).

Nome da entidade ou responsável: Imaflora - Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola


Portal do Consumo Responsável e Aplicativo Responsa

O Portal do Consumo Responsável junto com o aplicativo Responsa permitem encontrar lugares para a prática do consumo responsável, como restaurantes que usam ingredientes orgânicos, feiras de produtos justos e orgânicos, hortas comunitárias, grupos de consumo responsável e outras experiências de agroecologia e economia solidária.

Nome da entidade ou responsável: Instituto Kairós


Rede Brasileira de Grupos de Consumo Responsável

A Rede Brasileira de Grupos de Consumo Responsável reúne e articula, em todo o país, iniciativas de consumidores organizados para acessar produtos que estejam alinhados com seus valores, representando uma alternativa aos principais canais de comercialização do mercado. O consumo responsável é o conjunto das práticas e reflexões que buscam transformar o ato de consumir em um ato político e cidadão. É importante levar em conta, por exemplo, o tipo de sistema de produção (familiar, da economia solidária, local, etc.), as condições trabalhistas, a relação com o meio ambiente, o número de intermediários entre produtor e consumidor final, a remuneração de cada ator ao longo da cadeia produtiva, e, ainda, a distância geográfica percorrida e a forma de transporte. Se preocupar com a origem e os meios de produção daquilo que consumimos é um exercício diário de reflexão, mas também de mudança de hábitos.

Nome da entidade ou responsável: Instituto Kairós