Gestão do território

A expansão indiscriminada da fronteira agrícola para as áreas de páramo coloca em risco o suprimento de água de toda uma população. Diante dessa situação, a comunidade de Chilco teve que mudar sua lógica na gestão territorial, limitando o acesso ao páramo e restaurando os colchões de água. Essa decisão estratégica na gestão de seu território ajudou a consolidar as economias familiares da comunidade.

Confira mais informações sobre esta prática no site do Almanaque do Futuro (em espanhol): https://almanaquedelfuturo.files.wordpress.com/2017/05/almanaque-del-futuro-2-web3.pdf

Nome da entidade ou responsável: Fundación Social Cultural Ibarra


Projeto Horizonte Verde

Com patrocínio do Programa Petrobras Ambiental (2013-2015), foi iniciado o projeto Horizonte Verde, voltado à reconversão produtiva de áreas com agricultura “corte e queima” para agricultura de baixo carbono com a implantação e apoio a produção de mudas, manejo de agroflorestas voltadas à produção de alimentos e valorização de sementes (açaí, cumaru, pequi e castanha-do-Pará).

Nome da entidade ou responsável: Instituto Socioambiental Floranativa


Clínica Ambiental – Projeto de reparação socioambiental

Na região amazônica da fronteira entre Equador e Colômbia, os problemas que atingem a população local não são menores: extrativismo petroleiro, contaminação da natureza, violência social. O sistema Wiphala da Clínica Ambiental é uma mostra fiel de que é factível mudar a realidade a partir de sua própria vida, começando processos e transformações ao seu alcance, sem ignorar ao mesmo tempo problemas de maior calibre.

Confira mais informações sobre esta prática no site do Almanaque do Futuro: https://almanaquedelfuturo.files.wordpress.com/2017/05/almanaque-del-futuro-14-web.pdf

Nome da entidade ou responsável: Acción Ecológica


Selo Origens Brasil

Desenvolvido pelo IMAFLORA – Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola e pelo ISA – Instituto Socioambiental, o Selo Origens Brasil®, lançado em 2016, é um sistema de garantia que assegura a rastreabilidade da produção e relações comerciais éticas por meio de uma plataforma tecnológica de gestão da informação. Esta plataforma permite um controle interativo das informações das cadeias produtivas do território (produção, comercialização e indicadores de impacto).

Nome da entidade ou responsável: Imaflora - Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola


Protegendo as Águas

O distrito de São Francisco Xavier está localizado na Serra da Mantiqueira e tem como seu principal rio o Rio do Peixe, também um dos principais afluentes do Rio Paraíba do Sul e prioritário dentro do Plano de Ações do Comitê das Bacias Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul para ações de recuperação ambiental e revitalização de corpos d´água. Este Rio corta o Distrito e faz parte do dia a dia da comunidade. Contudo, com a ocupação humana desordenada, o mesmo vem sofrendo as consequências da mudança da paisagem. Antes utilizado para lazer e outras atividades, hoje já apresenta trechos poluídos (com esgoto doméstico). Assim, o projeto Protegendo as Águas pretende atuar promovendo ações de conservação e manutenção dos recursos hídricos desta microbacia.

Nome da entidade ou responsável: Biblioteca Solidária / Sidnei Pereira da Rosa


Banco Comunitário de Sementes Crioulas

O Banco de Sementes Crioulas da comunidade Cabaceiras nasceu a partir das ações da ASA no âmbito do programa P1+2, financiado pela Fundação BB e pelo projeto de ATER, executados pelo SERTA. A cultura de guardar sementes é uma prática comum dos agricultores da localidade, porém, infelizmente, estava ficando desvalorizada, ou algumas variedades já estavam se perdendo. Além de trabalhar com o resgate das variedades, práticas de conservação e estocagem, o patrimônio histórico das sementes para a humanidade, também trabalhou-se a gestão e a construção de um banco de sementes através das práticas da bioconstrução. Toda construção foi discutida e planejada com o grupo desde a confecção dos tijolos até a pintura. Essa tecnologia foi criando forma e teve também o apoio do Programa Sementes do Semiárido.

Nome da entidade ou responsável: Serviço de Tecnologia Alternativa - Serta


Pacto das Águas

O Pacto das Águas promove alternativas de geração de renda às comunidades da Amazônia apoiando a estruturação das cadeias de produtos da sociobiodiversidade já utilizados pelas comunidades, assim como de outros potenciais existentes em suas terras. O Pacto desenvolve um projeto de mesmo nome, na região Noroeste de Mato Grosso e Leste de Rondônia, que tem como meta estimular e consolidar estratégias de desenvolvimento pautadas na manutenção da floresta e respeito à cultura das populações tradicionais.

Nome da entidade ou responsável: Pacto das Águas


Democratização do acesso à água no Semiárido

A ASA é uma rede formada por mais de três mil organizações da sociedade civil de distintas naturezas que defende, propaga e põe em prática, inclusive através de políticas públicas, o projeto político de convivência com o Semiárido e a defesa dos direitos dos povos e comunidades da região. A convivência com o Semiárido passa, primeiramente, pela defesa do direito à água. Nesta trilha, a articulação desenvolveu diversos programas de formação e mobilização, como o “Um Milhão de Cisternas”, “Uma Terra e Duas Águas”, “Cisternas nas Escolas” e “Sementes do Semiárido”.

Nome da entidade ou responsável: Articulação Semiárido Brasileiro (ASA)


Aliança pela Água

Surgida no seio da maior crise hídrica da história de São Paulo, a Aliança é uma coalizão da sociedade civil para contribuir com a construção de segurança hídrica em São Paulo, por meio da coordenação das várias iniciativas já em curso e da potencialização da capacidade da sociedade de debater e executar novas medidas.

Nome da entidade ou responsável: Instituto Socioambiental (ISA)


Revitalização popular do Rio dos Cochos

Na zona rural dos municípios de Januária e Cônego Marinho, norte de Minas Gerais, 300 produtores rurais dependem da água do Rio dos Cochos, um dos subafluentes do Rio São Francisco. Prejudicado há pelo menos 30 anos pelo assoreamento decorrente do desmatamento e da plantação intensiva de eucalipto, o rio passou por um processo de revitalização liderado pelos agricultores das comunidades do entorno, desde 2012. A iniciativa de revitalização nasceu em um dos encontros da Articulação do Semiárido (ASA), que reúne pessoas, redes e associações com a proposta de “convivência com o semiárido”.

Nome da entidade ou responsável: Cáritas Brasil


Rede Pintadas

A Rede Pintadas atua coletivamente em prol do desenvolvimento das comunidades de Pintadas e região, na Bahia. Desde sua criação, nos anos 1990, funcionou como um fórum de debate e um espaço de articulação entre várias entidades, sendo formalizada em 2003 como entidade jurídica. Em conjunto com organizações parceiras da região, nacionais e internacionais, vem desenvolvendo projetos de convivência com o semiárido, dos quais se destacam a construção de estruturas hídricas e demais ações de democratização do acesso à água.

Nome da entidade ou responsável: Associação das Entidades de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável de Pintadas


Água e Cidadania no Semiárido

Projeto de construção de cisternas “Água e Cidadania no Semiárido” viabiliza a construção de cisternas na Bahia. Iniciativa da ASAMIL – Associação do Semiárido da Microrregião de Livramento, o projeto realizou a construção de 2.880 cisternas em 11 municípios (Livramento de Nossa Senhora, Dom Basílio, Malhada de Pedras, Guajeru, Caraíbas, Rio de Contas, Piatã, Abaíra, Ibipitanga, Ibitiara, Paramirim). além de atividades de educação não formal com a população das comunidades.

Nome da entidade ou responsável: Associação do Semiárido da Microrregião de Livramento (ASAMIL)