Projeto Resgate

O Projeto Resgate é direcionado a pessoas em situação de rua a fim de promover a inclusão desse grupo no mercado de trabalho por meio da capacitação em que é oferecido um curso, ao final há a emissão da carteira de trabalho, bem como intermediação de mão de obra, com o devido encaminhamento para entrevista de emprego. Fruto da parceria entre a Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação (SMDEI) e a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, por intermédio do seu órgão de atuação o Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos que já desenvolve um trabalho com as pessoas em situação de rua desde 2004. Assim, ao longo dos anos, a Defensoria Pública vem promovendo parcerias com entidades privadas e governamentais em prol dos interesses desse grupo vulnerável.

Nome da entidade ou responsável: Defensoria Pública


Do lixo à economia colaborativa: uma experiência sem perdedores

Uma iniciativa, lutando contra uma epidemia de cólera e despejos em o meio ambiente, em seus inícios com foco comercial gerenciado no cone leste de Lima é sua transformação em um empreendimento coletivo, com visão para a economia colaborativa gerando benefícios em o meio ambiente, social e econômico Uma história onde ninguém perde.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2tCHoM0

Nome da entidade ou responsável: Cepiloma


O mercado é a vizinhança

A produção de uma pequena láctea familiar, resultado de um processo de assentamento, tornou-se a base sólida de uma existência familiar. Após uma fase de experimentação no processamento de leite e na comercialização de derivados, a venda de iogurte na vizinhança foi priorizada. Toda a produção, quando sai da fazenda, praticamente já está vendida, antes mesmo de chegar ao mercado.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2Izi5PC

Nome da entidade ou responsável:


As minhocas de Mongui

A gestão dos resíduos sólidos orgânicos domésticos através de processos de minhocultura, realizada de forma associativa, oferece soluções com potencial futuro em termos ambientais, sociais e econômicos.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2N6meyc

Nome da entidade ou responsável: Lombriduz


Melhorando meu bairro

Sem Imagem

Um processo de luta de 40 famílias no centro de Lima é coordenado pela Associação Quinta Virgen del Carmen do Quinto Patio para reivindicar seus direitos contra o megaprojeto do trem elétrico como meio de transporte de massa na capital peruana.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2yQT5nH

Nome da entidade ou responsável: Asociación Quinta Virgen del Carmen del Quinto Patio


Colinas urbanas: Assentamento Humano Virgen de la Candelaria

Assentamentos humanos como o da Virgen de la Candelaria na periferia de Lima são fenômenos muito frequentes nas grandes cidades. Famílias de recursos escassos buscam um lugar para viver perto das aparentes oportunidades econômicas e educacionais da metrópole. As leis e regras exclusivas tornam a consolidação desses bairros e o progresso de seus habitantes extremamente difícil. Circunstâncias e condições forçam a maioria nas grandes cidades a encontrar uma solução de habitação informal, enfrentando uma lógica perversa de leis que não são feitas para aqueles que foram deixados de lado pelo modelo de desenvolvimento atual. Esta situação termina, muitas vezes em uma situação paradoxal: maioria da população excluída por leis que protegem os interesses do sistema em vez de responder às necessidades da maioria.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2KtF54y

Nome da entidade ou responsável:


Hortas urbanas – no caminho para construir a comunidade

A moradia digna é um direito reconhecido a todos mas negado a muitas famílias, que vivem em condições de habitação precárias, sem acesso a serviços básicos cujas justas exigências são invisibilizadas. Esta dura realidade levou um grupo de vizinhos de Cochabamba, Bolívia, a sonhar com a possibilidade de um espaço de vida em comunidade. A Organização de Inquilinos e Inquilinas de Cochabamba (OINCO) enfrenta uma dura luta, devido à comercialização e especulação da terra urbana, passando pela tarefa de fazer distintos esforços para construir uma comunidade e moradias comunitárias. Um desses esforços permitiu o acesso a uma terra em comodato, que permite aos membros do OINCO produzirem alimentos saudáveis, organizando a Escola Popular de Agroecologia, como parte de sua filosofia de aprender e ensinar a gerenciar o solo.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2yMqX4S

Nome da entidade ou responsável: Organización de Inquilinas y Inquilinos de Cochabamba (OINCO)


Prestar contas

A prestação de contas por parte das autoridades públicas que cumprem os protocolos de transparência é, muitas vezes, o resultado da pressão perseverante exercida por setores dinâmicos da sociedade civil no contexto local, e é, por vezes, o único caminho viável para alcançar a qualidade nos serviços públicos.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2KidreM

Nome da entidade ou responsável: Corporación para el Desarollo de la Provincia Vélez


A via da concertação

Lideranças de mulheres, surgidas desde organizações sociais comunitárias de El Agustino e outro distritos no setor leste de Lima, compartilham suas experiências no caminho à mudança das relações com as autoridades acerca do desenvolvimento local.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2tMqbyZ

Nome da entidade ou responsável: Red de Mujeres Organizadas de Lima Este


Rompendo esquemas, conquistando o acesso

Uma moradia digna é uma necessidade fundamental de todas as pessoas, reconhecidamente consagrado como um Direito Humano. A outra face da moeda é a mercantilização da moradia social ou popular. No Peru, programas estatais de moradia social são dominados por empresas construtoras, impossibilitando a autonomia na construção por parte das famílias. O Banco Comercial, encarregado da colocação do subsídio estatal, acentua o problema, pois os pobres não conseguem se qualificar como grupo destinatário principal desses subsídios. O exemplo do Movimiento de los Sin Techo (MST) de Lima, Peru, rompe esquemas e barreiras, conquistando, através de sua persistência, o acesso à moradia digna.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2tHLfGQ

Nome da entidade ou responsável: Movimiento de los Sin Techo


ReciclAção

Sem Imagem

A iniciativa do Morro dos Prazeres foi criada em 2012 e reconhecida como Tecnologia Social pela Fundação BB em 2015. Ela cria um ciclo autosustentável, uma vez que os recursos gerados com a venda dos resíduos sólidos coletados na favela são investidos no território. A lógica para o coletivo está em todas as etapas do processo, trazendo a figura do agente de reciclagem e dando protagonismo à educação ambiental, que vem atrelada com a atitude voluntária dos moradores de doarem os resíduos. Em 4 anos, foram coletadas 50 toneladas de material, realizadas mais de 200 ações de educação ambiental.

Nome da entidade ou responsável: Centro de Promoção da Saúde


Participa Salvador

O Participa Salvador é um projeto promovido pelo Ministério Público do Estado da Bahia, por meio da Promotoria de Justiça de Habitação e Urbanismo, em parceria com a Rede de Profissionais Solidários pela Cidadania, integrante do Movimento Vozes de Salvador e do Fórum “A Cidade Também É Nossa”, com intuito de fiscalizar o desenvolvimento da cidade, assegurando uma justa distribuição de recursos a todos os seus cidadãos, através de um processo com participação coletiva para construção de suas resoluções e linhas de ação da gestão publica, como instrumentos diretivos e normativos que estabelecem uma segurança jurídica no município.

Nome da entidade ou responsável: Fórum A Cidade Também É Nossa