Hortas urbanas – no caminho para construir a comunidade

A moradia digna é um direito reconhecido a todos mas negado a muitas famílias, que vivem em condições de habitação precárias, sem acesso a serviços básicos cujas justas exigências são invisibilizadas. Esta dura realidade levou um grupo de vizinhos de Cochabamba, Bolívia, a sonhar com a possibilidade de um espaço de vida em comunidade. A Organização de Inquilinos e Inquilinas de Cochabamba (OINCO) enfrenta uma dura luta, devido à comercialização e especulação da terra urbana, passando pela tarefa de fazer distintos esforços para construir uma comunidade e moradias comunitárias. Um desses esforços permitiu o acesso a uma terra em comodato, que permite aos membros do OINCO produzirem alimentos saudáveis, organizando a Escola Popular de Agroecologia, como parte de sua filosofia de aprender e ensinar a gerenciar o solo.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2yMqX4S

Nome da entidade ou responsável: Organización de Inquilinas y Inquilinos de Cochabamba (OINCO)


Prestar contas

A prestação de contas por parte das autoridades públicas que cumprem os protocolos de transparência é, muitas vezes, o resultado da pressão perseverante exercida por setores dinâmicos da sociedade civil no contexto local, e é, por vezes, o único caminho viável para alcançar a qualidade nos serviços públicos.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2KidreM

Nome da entidade ou responsável: Corporación para el Desarollo de la Provincia Vélez


A via da concertação

Lideranças de mulheres, surgidas desde organizações sociais comunitárias de El Agustino e outro distritos no setor leste de Lima, compartilham suas experiências no caminho à mudança das relações com as autoridades acerca do desenvolvimento local.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2tMqbyZ

Nome da entidade ou responsável: Red de Mujeres Organizadas de Lima Este


Rompendo esquemas, conquistando o acesso

Uma moradia digna é uma necessidade fundamental de todas as pessoas, reconhecidamente consagrado como um Direito Humano. A outra face da moeda é a mercantilização da moradia social ou popular. No Peru, programas estatais de moradia social são dominados por empresas construtoras, impossibilitando a autonomia na construção por parte das famílias. O Banco Comercial, encarregado da colocação do subsídio estatal, acentua o problema, pois os pobres não conseguem se qualificar como grupo destinatário principal desses subsídios. O exemplo do Movimiento de los Sin Techo (MST) de Lima, Peru, rompe esquemas e barreiras, conquistando, através de sua persistência, o acesso à moradia digna.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2tHLfGQ

Nome da entidade ou responsável: Movimiento de los Sin Techo


ReciclAção

Sem Imagem

A iniciativa do Morro dos Prazeres foi criada em 2012 e reconhecida como Tecnologia Social pela Fundação BB em 2015. Ela cria um ciclo autosustentável, uma vez que os recursos gerados com a venda dos resíduos sólidos coletados na favela são investidos no território. A lógica para o coletivo está em todas as etapas do processo, trazendo a figura do agente de reciclagem e dando protagonismo à educação ambiental, que vem atrelada com a atitude voluntária dos moradores de doarem os resíduos. Em 4 anos, foram coletadas 50 toneladas de material, realizadas mais de 200 ações de educação ambiental.

Nome da entidade ou responsável: Centro de Promoção da Saúde


Participa Salvador

O Participa Salvador é um projeto promovido pelo Ministério Público do Estado da Bahia, por meio da Promotoria de Justiça de Habitação e Urbanismo, em parceria com a Rede de Profissionais Solidários pela Cidadania, integrante do Movimento Vozes de Salvador e do Fórum “A Cidade Também É Nossa”, com intuito de fiscalizar o desenvolvimento da cidade, assegurando uma justa distribuição de recursos a todos os seus cidadãos, através de um processo com participação coletiva para construção de suas resoluções e linhas de ação da gestão publica, como instrumentos diretivos e normativos que estabelecem uma segurança jurídica no município.

Nome da entidade ou responsável: Fórum A Cidade Também É Nossa


Programa Cidades Sustentáveis

O Programa Cidades Sustentáveis (PCS) reúne uma série de ferramentas que visam contribuir para que governos e sociedade civil promovam o desenvolvimento sustentável nos municípios brasileiros.

Nome da entidade ou responsável: Rede Nossa São Paulo (Secretaria Executiva)


Portal do Consumo Responsável e Aplicativo Responsa

O Portal do Consumo Responsável junto com o aplicativo Responsa permitem encontrar lugares para a prática do consumo responsável, como restaurantes que usam ingredientes orgânicos, feiras de produtos justos e orgânicos, hortas comunitárias, grupos de consumo responsável e outras experiências de agroecologia e economia solidária.

Nome da entidade ou responsável: Instituto Kairós


Rede Brasileira de Grupos de Consumo Responsável

A Rede Brasileira de Grupos de Consumo Responsável reúne e articula, em todo o país, iniciativas de consumidores organizados para acessar produtos que estejam alinhados com seus valores, representando uma alternativa aos principais canais de comercialização do mercado. O consumo responsável é o conjunto das práticas e reflexões que buscam transformar o ato de consumir em um ato político e cidadão. É importante levar em conta, por exemplo, o tipo de sistema de produção (familiar, da economia solidária, local, etc.), as condições trabalhistas, a relação com o meio ambiente, o número de intermediários entre produtor e consumidor final, a remuneração de cada ator ao longo da cadeia produtiva, e, ainda, a distância geográfica percorrida e a forma de transporte. Se preocupar com a origem e os meios de produção daquilo que consumimos é um exercício diário de reflexão, mas também de mudança de hábitos.

Nome da entidade ou responsável: Instituto Kairós


Programa Feiras e Jardins Sustentáveis

O programa “Feiras e Jardins Sustentáveis” tem o objetivo de oferecer tratamento ambientalmente adequado para restos de podas de árvores e resíduos orgânicos de feiras livres, para serem devolvidos em forma de composto de qualidade. O processo de compostagem dos restos de feiras livres diminui o custo de operação de praças e jardins – por gerar adubo – evita o despejo de mais volume em aterros sanitários e diminui o deslocamento de caminhões e emissões de dióxido de carbono.

Nome da entidade ou responsável: Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb)


Projeto Composta São Paulo

O Composta São Paulo é a maior iniciativa de implementação e estudo de compostagem doméstica realizada no Brasil até hoje.

Nome da entidade ou responsável: Morada da Floresta


Construção Participativa da Lei Municipal – Alimentos Orgânicos na Escola

A construção participativa da Lei Municipal 16.140/2015 de São Paulo que dispõe sobre “a obrigatoriedade de inclusão de alimentos orgânicos ou de base agroecológica na alimentação escolar no Sistema Municipal de Ensino de São Paulo” e de seu Decreto de Regulamentação 56.913/2016, envolveu a sociedade civil, o poder executivo, com a participação da Secretaria de Educação, Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, da Secretaria da Saúde e da Secretaria de Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo, o poder legislativo municipal e também contou com o apoio do governo federal, através do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

Nome da entidade ou responsável: Coordenadoria de Alimentação Escolar (CODAE), Secretaria Municipal da Educação de São Paulo