Projeto Resgate

O Projeto Resgate é direcionado a pessoas em situação de rua a fim de promover a inclusão desse grupo no mercado de trabalho por meio da capacitação em que é oferecido um curso, ao final há a emissão da carteira de trabalho, bem como intermediação de mão de obra, com o devido encaminhamento para entrevista de emprego. Fruto da parceria entre a Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação (SMDEI) e a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, por intermédio do seu órgão de atuação o Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos que já desenvolve um trabalho com as pessoas em situação de rua desde 2004. Assim, ao longo dos anos, a Defensoria Pública vem promovendo parcerias com entidades privadas e governamentais em prol dos interesses desse grupo vulnerável.

Nome da entidade ou responsável: Defensoria Pública


Bolo dos Oliveiras – Padaria Comunitária Solar

Em uma comunidade no interior da Paraíba, mais de 20 mulheres se juntam para gerar renda e emprego e criam uma padaria comunitária sustentável com a utilização da energia solar, biodigestor e reuso da água.

Nome da entidade ou responsável: Associação Comunitária Rural de Várzea Comprida dos Oliveiras


Orçamento e Direitos

Desde 1991, o INESC elegeu o orçamento público como um instrumento estratégico para a análise e o controle social das políticas públicas. O desafio era dispor de um instrumental que estimulasse e possibilitasse diferentes grupos discutirem boas práticas e desafios na transparência, participação e fiscalização orçamentárias. Aperfeiçoada em 2007 e em 2013, a metodologia vem contribuindo para que os cidadãos aprendam a acompanhar os gastos governamentais nas três esferas – municipal, estadual e federal – e se mobilizem para intervir nas decisões sobre o destino dos recursos públicos.

Nome da entidade ou responsável: INESC - Instituto de Estudos Socioeconômicos


Jovens gerando renda na agricultura familiar

Jovens de comunidades rurais do Baixo Sul e do Vale do Jiquiriçá, na Bahia, recebem assessoria técnica para a construção e socialização de conhecimentos sobre práticas agroecológicas. Com essa intervenção educativa, os jovens puderam qualificar suas produções e elevar suas rendas, promovendo também a soberania alimentar, o fortalecimento da agricultura familiar e a diminuição do êxodo rural nas comunidades locais, além da participação dessa juventude em associações, sindicatos e cooperativas.

Nome da entidade ou responsável: FASE - Federação de Órgãos para Assistência Social


O mercado é a vizinhança

A produção de uma pequena láctea familiar, resultado de um processo de assentamento, tornou-se a base sólida de uma existência familiar. Após uma fase de experimentação no processamento de leite e na comercialização de derivados, a venda de iogurte na vizinhança foi priorizada. Toda a produção, quando sai da fazenda, praticamente já está vendida, antes mesmo de chegar ao mercado.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2Izi5PC

Nome da entidade ou responsável:


As minhocas de Mongui

A gestão dos resíduos sólidos orgânicos domésticos através de processos de minhocultura, realizada de forma associativa, oferece soluções com potencial futuro em termos ambientais, sociais e econômicos.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2N6meyc

Nome da entidade ou responsável: Lombriduz


Granjas sem resíduos

Existem muitas famílias camponesas que incorporam diferentes técnicas de gerenciamento, convertendo assim o lixo em matéria-prima, otimizando o uso de recursos. A implementação e uso de biodigestores é muitas vezes um passo importante na estrada para a fazenda agroecológica.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2Kqy7An

Nome da entidade ou responsável: Asociación Nueva Vida


Produzir com a floresta

A gestão de parcelas com sistemas agroflorestais exige convicção e um contínuo trabalho de cuidados. A situação em que os pioneiros produtores de sistemas agroflorestais amazônicos vivem atualmente demonstra que eles vivem bem, produzindo com a floresta e sem a necessidade de continuar a queimar vegetação. Mas esses casos, caracterizados por uma visão clara da gestão e coexistência sustentáveis, ainda são minoria diante das maiorias, que trabalham com lógicas de curto prazo.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2Key8Il

Nome da entidade ou responsável: Instituto para el Hombre, Agricultura y Ecología (IPHAE)


Gestão do território

A expansão indiscriminada da fronteira agrícola para as áreas de páramo coloca em risco o suprimento de água de toda uma população. Diante dessa situação, a comunidade de Chilco teve que mudar sua lógica na gestão territorial, limitando o acesso ao páramo e restaurando os colchões de água. Essa decisão estratégica na gestão de seu território ajudou a consolidar as economias familiares da comunidade.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2IySdUe

Nome da entidade ou responsável: Fundación Social Cultural Ibarra


Melhorando meu bairro

Sem Imagem

Um processo de luta de 40 famílias no centro de Lima é coordenado pela Associação Quinta Virgen del Carmen do Quinto Patio para reivindicar seus direitos contra o megaprojeto do trem elétrico como meio de transporte de massa na capital peruana.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2yQT5nH

Nome da entidade ou responsável: Asociación Quinta Virgen del Carmen del Quinto Patio


Colinas urbanas: Assentamento Humano Virgen de la Candelaria

Assentamentos humanos como o da Virgen de la Candelaria na periferia de Lima são fenômenos muito frequentes nas grandes cidades. Famílias de recursos escassos buscam um lugar para viver perto das aparentes oportunidades econômicas e educacionais da metrópole. As leis e regras exclusivas tornam a consolidação desses bairros e o progresso de seus habitantes extremamente difícil. Circunstâncias e condições forçam a maioria nas grandes cidades a encontrar uma solução de habitação informal, enfrentando uma lógica perversa de leis que não são feitas para aqueles que foram deixados de lado pelo modelo de desenvolvimento atual. Esta situação termina, muitas vezes em uma situação paradoxal: maioria da população excluída por leis que protegem os interesses do sistema em vez de responder às necessidades da maioria.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2KtF54y

Nome da entidade ou responsável:


Hortas urbanas – no caminho para construir a comunidade

A moradia digna é um direito reconhecido a todos mas negado a muitas famílias, que vivem em condições de habitação precárias, sem acesso a serviços básicos cujas justas exigências são invisibilizadas. Esta dura realidade levou um grupo de vizinhos de Cochabamba, Bolívia, a sonhar com a possibilidade de um espaço de vida em comunidade. A Organização de Inquilinos e Inquilinas de Cochabamba (OINCO) enfrenta uma dura luta, devido à comercialização e especulação da terra urbana, passando pela tarefa de fazer distintos esforços para construir uma comunidade e moradias comunitárias. Um desses esforços permitiu o acesso a uma terra em comodato, que permite aos membros do OINCO produzirem alimentos saudáveis, organizando a Escola Popular de Agroecologia, como parte de sua filosofia de aprender e ensinar a gerenciar o solo.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2yMqX4S

Nome da entidade ou responsável: Organización de Inquilinas y Inquilinos de Cochabamba (OINCO)