Justa Trama – Cadeia Ecológica do Algodão Solidário

A Central Justa Trama é a maior cadeia produtiva no segmento de confecção da economia solidária articulando 600 cooperados/associados em cinco estados: Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Ceará e Rondônia. Este processo que inicia no plantio do algodão agroecológico vai até a comercialização de peças de confecção produzidas com este insumo. Assim, a Justa Trama é uma trama entre vários empreendimentos da economia solidária e justa pela busca incansável de justiça entre nós e com o mundo em todas as relações que construímos, inclusive informando ao consumidor que adquire ou usa os produtos, que tem o orgulho de saber por quem é plantando o algodão, por quem é fiado e tecido e por quem é confeccionado.

Nome da entidade ou responsável: Cooperativa Central Justa Trama (


Cooperativa Kalkbreite

Os suíços consomem muita energia, causadoras do aquecimento global. A mobilidade, o consumo e a habitação são as principais fontes de emissões de gases de efeito estufa de uma família suíça.

A “Kalkbreite” contribui para reduzir as emissões de habitações e mobilidade. É uma casa que contém espaço para morar (apartamentos, áreas compartilhadas) e para empresas (escritórios, infraestrutura compartilhada, como salas de reunião). Ele está combinando estratégias ecológicas e sociais para contribuir para um modelo de vida sustentável dentro de uma sociedade com uma grande pegada de carbono.

Nome da entidade ou responsável: Cooperative Kalkbreite


Projeto Resgate

O Projeto Resgate é direcionado a pessoas em situação de rua a fim de promover a inclusão desse grupo no mercado de trabalho por meio da capacitação em que é oferecido um curso, ao final há a emissão da carteira de trabalho, bem como intermediação de mão de obra, com o devido encaminhamento para entrevista de emprego. Fruto da parceria entre a Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação (SMDEI) e a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, por intermédio do seu órgão de atuação o Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos que já desenvolve um trabalho com as pessoas em situação de rua desde 2004. Assim, ao longo dos anos, a Defensoria Pública vem promovendo parcerias com entidades privadas e governamentais em prol dos interesses desse grupo vulnerável.

Nome da entidade ou responsável: Defensoria Pública


Bolo dos Oliveiras – Padaria Comunitária Solar

Em uma comunidade no interior da Paraíba, mais de 20 mulheres se juntam para gerar renda e emprego e criam uma padaria comunitária sustentável com a utilização da energia solar, biodigestor e reuso da água.

Nome da entidade ou responsável: Associação Comunitária Rural de Várzea Comprida dos Oliveiras


Orçamento e Direitos

Desde 1991, o INESC elegeu o orçamento público como um instrumento estratégico para a análise e o controle social das políticas públicas. O desafio era dispor de um instrumental que estimulasse e possibilitasse diferentes grupos discutirem boas práticas e desafios na transparência, participação e fiscalização orçamentárias. Aperfeiçoada em 2007 e em 2013, a metodologia vem contribuindo para que os cidadãos aprendam a acompanhar os gastos governamentais nas três esferas – municipal, estadual e federal – e se mobilizem para intervir nas decisões sobre o destino dos recursos públicos.

Nome da entidade ou responsável: INESC - Instituto de Estudos Socioeconômicos


Jovens gerando renda na agricultura familiar

Jovens de comunidades rurais do Baixo Sul e do Vale do Jiquiriçá, na Bahia, recebem assessoria técnica para a construção e socialização de conhecimentos sobre práticas agroecológicas. Com essa intervenção educativa, os jovens puderam qualificar suas produções e elevar suas rendas, promovendo também a soberania alimentar, o fortalecimento da agricultura familiar e a diminuição do êxodo rural nas comunidades locais, além da participação dessa juventude em associações, sindicatos e cooperativas.

Nome da entidade ou responsável: FASE - Federação de Órgãos para Assistência Social


O mercado é a vizinhança

A produção de uma pequena láctea familiar, resultado de um processo de assentamento, tornou-se a base sólida de uma existência familiar. Após uma fase de experimentação no processamento de leite e na comercialização de derivados, a venda de iogurte na vizinhança foi priorizada. Toda a produção, quando sai da fazenda, praticamente já está vendida, antes mesmo de chegar ao mercado.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2Izi5PC

Nome da entidade ou responsável:


As minhocas de Mongui

A gestão dos resíduos sólidos orgânicos domésticos através de processos de minhocultura, realizada de forma associativa, oferece soluções com potencial futuro em termos ambientais, sociais e econômicos.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2N6meyc

Nome da entidade ou responsável: Lombriduz


Granjas sem resíduos

Existem muitas famílias camponesas que incorporam diferentes técnicas de gerenciamento, convertendo assim o lixo em matéria-prima, otimizando o uso de recursos. A implementação e uso de biodigestores é muitas vezes um passo importante na estrada para a fazenda agroecológica.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2Kqy7An

Nome da entidade ou responsável: Asociación Nueva Vida


Produzir com a floresta

A gestão de parcelas com sistemas agroflorestais exige convicção e um contínuo trabalho de cuidados. A situação em que os pioneiros produtores de sistemas agroflorestais amazônicos vivem atualmente demonstra que eles vivem bem, produzindo com a floresta e sem a necessidade de continuar a queimar vegetação. Mas esses casos, caracterizados por uma visão clara da gestão e coexistência sustentáveis, ainda são minoria diante das maiorias, que trabalham com lógicas de curto prazo.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2Key8Il

Nome da entidade ou responsável: Instituto para el Hombre, Agricultura y Ecología (IPHAE)


Gestão do território

A expansão indiscriminada da fronteira agrícola para as áreas de páramo coloca em risco o suprimento de água de toda uma população. Diante dessa situação, a comunidade de Chilco teve que mudar sua lógica na gestão territorial, limitando o acesso ao páramo e restaurando os colchões de água. Essa decisão estratégica na gestão de seu território ajudou a consolidar as economias familiares da comunidade.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2IySdUe

Nome da entidade ou responsável: Fundación Social Cultural Ibarra


Melhorando meu bairro

Sem Imagem

Um processo de luta de 40 famílias no centro de Lima é coordenado pela Associação Quinta Virgen del Carmen do Quinto Patio para reivindicar seus direitos contra o megaprojeto do trem elétrico como meio de transporte de massa na capital peruana.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2yQT5nH

Nome da entidade ou responsável: Asociación Quinta Virgen del Carmen del Quinto Patio