Banco Comunitário Palmas

O Banco Comunitário Palmas é uma prática de Socioeconomia Solidária da Comunidade do Conjunto Palmeiras em Fortaleza – Ceará, Brasil. Como Banco Comunitário, é um serviço financeiro solidário organizado em rede, de natureza associativa e comunitária, voltado para a reorganização da economia local para superação da pobreza urbana e rural, promoção do desenvolvimento econômico responsável, criação de projetos de trabalho e geração de renda. A partir das práticas do banco, forma-se uma rede local de prosumatores, isto é, cada morador é simultaneamente produtor, consumidor e ator social de transformação. O Banco Comunitário é de propriedade da comunidade e é gerido pela Associação dos Moradores do Conjunto Palmeira (ASMOCONP), que criou o Instituto Palmas.

Nome da entidade ou responsável: Instituto Banco Palmas


Central do Cerrado – Comercialização de produtos ecossociais

A Central do Cerrado é uma central de cooperativas sem fins lucrativos estabelecida por 35 organizações comunitárias, de sete estados brasileiros, que desenvolvem atividades produtivas a partir do uso sustentável da biodiversidade do Cerrado. Funciona como uma ponte entre produtores comunitários e consumidores, oferecendo produtos de qualidade como pequi, buriti e mel coletados e processados por agricultores familiares e comunidades tradicionais no Cerrado.

Nome da entidade ou responsável: Central do Cerrado


Rede Pintadas

A Rede Pintadas atua coletivamente em prol do desenvolvimento das comunidades de Pintadas e região, na Bahia. Desde sua criação, nos anos 1990, funcionou como um fórum de debate e um espaço de articulação entre várias entidades, sendo formalizada em 2003 como entidade jurídica. Em conjunto com organizações parceiras da região, nacionais e internacionais, vem desenvolvendo projetos de convivência com o semiárido, dos quais se destacam a construção de estruturas hídricas e demais ações de democratização do acesso à água.

Nome da entidade ou responsável: Associação das Entidades de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável de Pintadas


RevoluSolar – energia solar no morro da Babilônia

Moradores da favela da Babilônia (Leme, Rio de Janeiro) inauguraram em fevereiro de 2016 as duas primeiras instalações solares fotovoltaicas em estabelecimentos locais. Os painéis construídos e fixados no morro são resultado de uma ação da associação sem fins lucrativos RevoluSolar, em parceria com a Associação de Moradores da Babilônia. Confrontados com o aumento dos preços da energia elétrica, a instalação marca o início da independência energética em um processo de transição democrática no local.

Nome da entidade ou responsável: Associação de Moradores da Babilônia e RevoluSolar