Cooperativa Kalkbreite

Os suíços consomem muita energia, causadoras do aquecimento global. A mobilidade, o consumo e a habitação são as principais fontes de emissões de gases de efeito estufa de uma família suíça.

A “Kalkbreite” contribui para reduzir as emissões de habitações e mobilidade. É uma casa que contém espaço para morar (apartamentos, áreas compartilhadas) e para empresas (escritórios, infraestrutura compartilhada, como salas de reunião). Ele está combinando estratégias ecológicas e sociais para contribuir para um modelo de vida sustentável dentro de uma sociedade com uma grande pegada de carbono.

Nome da entidade ou responsável: Cooperative Kalkbreite


Orçamento e Direitos

Desde 1991, o INESC elegeu o orçamento público como um instrumento estratégico para a análise e o controle social das políticas públicas. O desafio era dispor de um instrumental que estimulasse e possibilitasse diferentes grupos discutirem boas práticas e desafios na transparência, participação e fiscalização orçamentárias. Aperfeiçoada em 2007 e em 2013, a metodologia vem contribuindo para que os cidadãos aprendam a acompanhar os gastos governamentais nas três esferas – municipal, estadual e federal – e se mobilizem para intervir nas decisões sobre o destino dos recursos públicos.

Nome da entidade ou responsável: INESC - Instituto de Estudos Socioeconômicos


O mercado é a vizinhança

A produção de uma pequena láctea familiar, resultado de um processo de assentamento, tornou-se a base sólida de uma existência familiar. Após uma fase de experimentação no processamento de leite e na comercialização de derivados, a venda de iogurte na vizinhança foi priorizada. Toda a produção, quando sai da fazenda, praticamente já está vendida, antes mesmo de chegar ao mercado.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2Izi5PC

Nome da entidade ou responsável:


Produzir com a floresta

A gestão de parcelas com sistemas agroflorestais exige convicção e um contínuo trabalho de cuidados. A situação em que os pioneiros produtores de sistemas agroflorestais amazônicos vivem atualmente demonstra que eles vivem bem, produzindo com a floresta e sem a necessidade de continuar a queimar vegetação. Mas esses casos, caracterizados por uma visão clara da gestão e coexistência sustentáveis, ainda são minoria diante das maiorias, que trabalham com lógicas de curto prazo.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2Key8Il

Nome da entidade ou responsável: Instituto para el Hombre, Agricultura y Ecología (IPHAE)


Hortas urbanas – no caminho para construir a comunidade

A moradia digna é um direito reconhecido a todos mas negado a muitas famílias, que vivem em condições de habitação precárias, sem acesso a serviços básicos cujas justas exigências são invisibilizadas. Esta dura realidade levou um grupo de vizinhos de Cochabamba, Bolívia, a sonhar com a possibilidade de um espaço de vida em comunidade. A Organização de Inquilinos e Inquilinas de Cochabamba (OINCO) enfrenta uma dura luta, devido à comercialização e especulação da terra urbana, passando pela tarefa de fazer distintos esforços para construir uma comunidade e moradias comunitárias. Um desses esforços permitiu o acesso a uma terra em comodato, que permite aos membros do OINCO produzirem alimentos saudáveis, organizando a Escola Popular de Agroecologia, como parte de sua filosofia de aprender e ensinar a gerenciar o solo.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2yMqX4S

Nome da entidade ou responsável: Organización de Inquilinas y Inquilinos de Cochabamba (OINCO)


Prestar contas

A prestação de contas por parte das autoridades públicas que cumprem os protocolos de transparência é, muitas vezes, o resultado da pressão perseverante exercida por setores dinâmicos da sociedade civil no contexto local, e é, por vezes, o único caminho viável para alcançar a qualidade nos serviços públicos.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2KidreM

Nome da entidade ou responsável: Corporación para el Desarollo de la Provincia Vélez


A via da concertação

Lideranças de mulheres, surgidas desde organizações sociais comunitárias de El Agustino e outro distritos no setor leste de Lima, compartilham suas experiências no caminho à mudança das relações com as autoridades acerca do desenvolvimento local.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2tMqbyZ

Nome da entidade ou responsável: Red de Mujeres Organizadas de Lima Este


Fiando com Dignidade

Partindo de uma iniciativa coletiva pelo resgate cultural de um setor produtivo surge no caminho a aposta de construir um desenvolvimento que permita a comercialização de produtos artesanais de qualidade e, acima de tudo, com identidade local e produtiva.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2yThQzu

Nome da entidade ou responsável: Corpolienzo


Pukyu Pamba – Vivência Intercultural

O turismo vivencial ou vivência intercultural praticada por empreendimentos familiares e associativos permite à comunidade Karanquis de San Clemente, no norte dos Andes equatorianos, viajar pelo mundo estando em casa, ao mesmo tempo que gera receitas que beneficiam ao coletivo. O visitante não fica no superficial de observar a paisagem, mas experimenta uma convivência pessoal com a cultura, o local, seu povo e a cosmovisão andina.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2IzDS9X

Nome da entidade ou responsável: Fondo Ecuatoriano Populorum Progressio (FEPP)


Banco Comunitário de Sementes Crioulas

O Banco de Sementes Crioulas da comunidade Cabaceiras nasceu a partir das ações da ASA no âmbito do programa P1+2, financiado pela Fundação BB e pelo projeto de ATER, executados pelo SERTA. A cultura de guardar sementes é uma prática comum dos agricultores da localidade, porém, infelizmente, estava ficando desvalorizada, ou algumas variedades já estavam se perdendo. Além de trabalhar com o resgate das variedades, práticas de conservação e estocagem, o patrimônio histórico das sementes para a humanidade, também trabalhou-se a gestão e a construção de um banco de sementes através das práticas da bioconstrução. Toda construção foi discutida e planejada com o grupo desde a confecção dos tijolos até a pintura. Essa tecnologia foi criando forma e teve também o apoio do Programa Sementes do Semiárido.

Nome da entidade ou responsável: Serviço de Tecnologia Alternativa - Serta


Terra Mirim Comunidade Intencional

Comunidade autônoma, sem vínculos formais com instituições religiosas, políticas ou sociais, mantida por seu corpo de voluntários, residentes e não residentes da comunidade, que colaboram doando suas horas de serviço, elaborando e executando projetos, além de promoverem campanhas institucionais. Terramirim busca facilitar o autoconhecimento e o desenvolvimento espiritual, assim como proporcionar uma experiência de vida comunitária a partir da participação nas atividades do dia a dia em contato próximo com a Natureza. A comunidade fundamenta a busca do autoconhecimento nos princípios da Ecologia Integrativa e nos Saberes Xamânicos – saberes dos povos da terra, cultura espiritual milenar da América Nativa – que têm como uma de suas simbologias a terra como Mãe de todos os seres.

Nome da entidade ou responsável: Fundação Terra Mirim


Rede Pintadas

A Rede Pintadas atua coletivamente em prol do desenvolvimento das comunidades de Pintadas e região, na Bahia. Desde sua criação, nos anos 1990, funcionou como um fórum de debate e um espaço de articulação entre várias entidades, sendo formalizada em 2003 como entidade jurídica. Em conjunto com organizações parceiras da região, nacionais e internacionais, vem desenvolvendo projetos de convivência com o semiárido, dos quais se destacam a construção de estruturas hídricas e demais ações de democratização do acesso à água.

Nome da entidade ou responsável: Associação das Entidades de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável de Pintadas