O Congado e Suas Tradições

O “Congado e Sua Tradições: Conhecendo Nossas Origens” é um projeto criado a partir de uma questão relevante na atualidade: a dificuldade em se discutir e realizar práticas artístico-culturais sobre a cultura negra, principalmente nas escolas.

Nome da entidade ou responsável: Terno Moçambique Estrela Guia


Orçamento e Direitos

Desde 1991, o INESC elegeu o orçamento público como um instrumento estratégico para a análise e o controle social das políticas públicas. O desafio era dispor de um instrumental que estimulasse e possibilitasse diferentes grupos discutirem boas práticas e desafios na transparência, participação e fiscalização orçamentárias. Aperfeiçoada em 2007 e em 2013, a metodologia vem contribuindo para que os cidadãos aprendam a acompanhar os gastos governamentais nas três esferas – municipal, estadual e federal – e se mobilizem para intervir nas decisões sobre o destino dos recursos públicos.

Nome da entidade ou responsável: INESC - Instituto de Estudos Socioeconômicos


Jovens gerando renda na agricultura familiar

Jovens de comunidades rurais do Baixo Sul e do Vale do Jiquiriçá, na Bahia, recebem assessoria técnica para a construção e socialização de conhecimentos sobre práticas agroecológicas. Com essa intervenção educativa, os jovens puderam qualificar suas produções e elevar suas rendas, promovendo também a soberania alimentar, o fortalecimento da agricultura familiar e a diminuição do êxodo rural nas comunidades locais, além da participação dessa juventude em associações, sindicatos e cooperativas.

Nome da entidade ou responsável: FASE - Federação de Órgãos para Assistência Social


De qual desenvolvimento estamos falando?

A experiência do território indígena Tacana II e sua organização, em plena Amazônia boliviana, é um fiel testemunho de possibilidades de defesa de sua visão de desenvolvimento contra as ameaças de extrativismo. É uma resistência com diálogo e propostas, que afirmam seus direitos enquanto negociam a coexistência com as lógicas de desenvolvimento diferentes.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2tCPXGU

Nome da entidade ou responsável: Central Indígena Tacana Regional Madre de Dios


Gestão do território

A expansão indiscriminada da fronteira agrícola para as áreas de páramo coloca em risco o suprimento de água de toda uma população. Diante dessa situação, a comunidade de Chilco teve que mudar sua lógica na gestão territorial, limitando o acesso ao páramo e restaurando os colchões de água. Essa decisão estratégica na gestão de seu território ajudou a consolidar as economias familiares da comunidade.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2IySdUe

Nome da entidade ou responsável: Fundación Social Cultural Ibarra


Projeto Horizonte Verde

Com patrocínio do Programa Petrobras Ambiental (2013-2015), foi iniciado o projeto Horizonte Verde, voltado à reconversão produtiva de áreas com agricultura “corte e queima” para agricultura de baixo carbono com a implantação e apoio a produção de mudas, manejo de agroflorestas voltadas à produção de alimentos e valorização de sementes (açaí, cumaru, pequi e castanha-do-Pará).

Nome da entidade ou responsável: Instituto Socioambiental Floranativa


Fiando com Dignidade

Partindo de uma iniciativa coletiva pelo resgate cultural de um setor produtivo surge no caminho a aposta de construir um desenvolvimento que permita a comercialização de produtos artesanais de qualidade e, acima de tudo, com identidade local e produtiva.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2yThQzu

Nome da entidade ou responsável: Corpolienzo


Clínica Ambiental – Projeto de reparação socioambiental

Na região amazônica da fronteira entre Equador e Colômbia, os problemas que atingem a população local não são menores: extrativismo petroleiro, contaminação da natureza, violência social. O sistema Wiphala da Clínica Ambiental é uma mostra fiel de que é factível mudar a realidade a partir de sua própria vida, começando processos e transformações ao seu alcance, sem ignorar ao mesmo tempo problemas de maior calibre.

Confira mais informações sobre esta prática no site do Almanaque do Futuro: https://almanaquedelfuturo.files.wordpress.com/2017/05/almanaque-del-futuro-14-web.pdf

Nome da entidade ou responsável: Acción Ecológica


Pukyu Pamba – Vivência Intercultural

O turismo vivencial ou vivência intercultural praticada por empreendimentos familiares e associativos permite à comunidade Karanquis de San Clemente, no norte dos Andes equatorianos, viajar pelo mundo estando em casa, ao mesmo tempo que gera receitas que beneficiam ao coletivo. O visitante não fica no superficial de observar a paisagem, mas experimenta uma convivência pessoal com a cultura, o local, seu povo e a cosmovisão andina.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2IzDS9X

Nome da entidade ou responsável: Fondo Ecuatoriano Populorum Progressio (FEPP)


Selo Origens Brasil

Desenvolvido pelo IMAFLORA – Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola e pelo ISA – Instituto Socioambiental, o Selo Origens Brasil®, lançado em 2016, é um sistema de garantia que assegura a rastreabilidade da produção e relações comerciais éticas por meio de uma plataforma tecnológica de gestão da informação. Esta plataforma permite um controle interativo das informações das cadeias produtivas do território (produção, comercialização e indicadores de impacto).

Nome da entidade ou responsável: Imaflora - Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola


Frutos da Agrofloresta

O Projeto Frutos da Agrofloresta, patrocinado pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental, apoiou famílias agricultoras em comunidades quilombolas e assentamentos de reforma agrária para a geração de renda através do processamento e comercialização da produção agroflorestal.

Nome da entidade ou responsável: Cooperafloresta


Apicultura no Manguezal

No projeto Goiamum, catadores de caranguejo da comunidade de Gameleira da Barra Nova são capacitados com técnicas de apicultura em manguezal e, ao final, recebem até certificados. As abelhas são capturadas do mangue com macacão, máscara, luva e pó de serra e depois são tratadas com todo o carinho. O cultivo de abelhas e o mel proveniente delas se torna uma alternativa de renda para as famílias que dependem do mangue durante a época de reprodução do caranguejo, além de ser uma forma de cuidado e preservação do local.

Confira o vídeo com a reportagem sobre a prática: https://globoplay.globo.com/v/1862245/

Nome da entidade ou responsável: Instituto Goiamum