Jovens gerando renda na agricultura familiar

Jovens de comunidades rurais do Baixo Sul e do Vale do Jiquiriçá, na Bahia, recebem assessoria técnica para a construção e socialização de conhecimentos sobre práticas agroecológicas. Com essa intervenção educativa, os jovens puderam qualificar suas produções e elevar suas rendas, promovendo também a soberania alimentar, o fortalecimento da agricultura familiar e a diminuição do êxodo rural nas comunidades locais, além da participação dessa juventude em associações, sindicatos e cooperativas.

Nome da entidade ou responsável: FASE - Federação de Órgãos para Assistência Social


De qual desenvolvimento estamos falando?

A experiência do território indígena Tacana II e sua organização, em plena Amazônia boliviana, é um fiel testemunho de possibilidades de defesa de sua visão de desenvolvimento contra as ameaças de extrativismo. É uma resistência com diálogo e propostas, que afirmam seus direitos enquanto negociam a coexistência com as lógicas de desenvolvimento diferentes.

Confira mais informações sobre esta prática no site do Almanaque do Futuro (em espanhol): https://almanaquedelfuturo.files.wordpress.com/2017/05/almanaque-del-futuro-22-web.pdf

Nome da entidade ou responsável: Central Indígena Tacana Regional Madre de Dios


Gestão do território

A expansão indiscriminada da fronteira agrícola para as áreas de páramo coloca em risco o suprimento de água de toda uma população. Diante dessa situação, a comunidade de Chilco teve que mudar sua lógica na gestão territorial, limitando o acesso ao páramo e restaurando os colchões de água. Essa decisão estratégica na gestão de seu território ajudou a consolidar as economias familiares da comunidade.

Confira mais informações sobre esta prática no site do Almanaque do Futuro (em espanhol): https://almanaquedelfuturo.files.wordpress.com/2017/05/almanaque-del-futuro-2-web3.pdf

Nome da entidade ou responsável: Fundación Social Cultural Ibarra


Fiando com Dignidade

Partindo de uma iniciativa coletiva pelo resgate cultural de um setor produtivo surge no caminho a aposta de construir um desenvolvimento que permita a comercialização de produtos artesanais de qualidade e, acima de tudo, com identidade local e produtiva.

Confira mais informações sobre esta prática no site do Almanaque do Futuro: https://almanaquedelfuturo.files.wordpress.com/2017/05/almanaque-del-futuro-5-web.pdf

Nome da entidade ou responsável: Corpolienzo


Clínica Ambiental – Projeto de reparação socioambiental

Na região amazônica da fronteira entre Equador e Colômbia, os problemas que atingem a população local não são menores: extrativismo petroleiro, contaminação da natureza, violência social. O sistema Wiphala da Clínica Ambiental é uma mostra fiel de que é factível mudar a realidade a partir de sua própria vida, começando processos e transformações ao seu alcance, sem ignorar ao mesmo tempo problemas de maior calibre.

Confira mais informações sobre esta prática no site do Almanaque do Futuro: https://almanaquedelfuturo.files.wordpress.com/2017/05/almanaque-del-futuro-14-web.pdf

Nome da entidade ou responsável: Acción Ecológica


Pukyu Pamba – Vivência Intercultural

O turismo vivencial ou vivência intercultural praticada por empreendimentos familiares e associativos permite à comunidade Karanquis de San Clemente, no norte dos Andes equatorianos, viajar pelo mundo estando em casa, ao mesmo tempo que gera receitas que beneficiam ao coletivo. O visitante não fica no superficial de observar a paisagem, mas experimenta uma convivência pessoal com a cultura, o local, seu povo e a cosmovisão andina.

Confira mais informações sobre esta prática no site do Almanaque do Futuro: https://almanaquedelfuturo.files.wordpress.com/2017/05/almanaque-del-futuro-24-web.pdf

Nome da entidade ou responsável: Fondo Ecuatoriano Populorum Progressio (FEPP)


Frutos da Agrofloresta

O Projeto Frutos da Agrofloresta, patrocinado pela Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental, apoiou famílias agricultoras em comunidades quilombolas e assentamentos de reforma agrária para a geração de renda através do processamento e comercialização da produção agroflorestal.

Nome da entidade ou responsável: Cooperafloresta


Apicultura no Manguezal

No projeto Goiamum, catadores de caranguejo da comunidade de Gameleira da Barra Nova são capacitados com técnicas de apicultura em manguezal e, ao final, recebem até certificados. As abelhas são capturadas do mangue com macacão, máscara, luva e pó de serra e depois são tratadas com todo o carinho. O cultivo de abelhas e o mel proveniente delas se torna uma alternativa de renda para as famílias que dependem do mangue durante a época de reprodução do caranguejo, além de ser uma forma de cuidado e preservação do local.

Confira o vídeo com a reportagem sobre a prática: https://globoplay.globo.com/v/1862245/

Nome da entidade ou responsável: Instituto Goiamum


Caminho do Melhor Negócio da Castanha

A Cooperativa Mista Extrativista dos Quilombolas do Município de Oriximiná, conhecida como Cooperativa do Quilombo (CEQMO), foi criada em 2005 como um desdobramento das ações da ARQMO – Associação das Comunidades Remanescentes de Quilombos do Município de Oriximiná, localizado em uma região conhecida como Calha Norte na Amazônia, e da Comissão Pró-Índio de São Paulo. O intuito é tornar o negócio da castanha uma opção de geração de renda econômica e ambientalmente sustentável para os quilombolas.

Nome da entidade ou responsável: Cooperativa do Quilombo de Oriximiná (CEQMO) e Comissão Pró-Índio de São Paulo (CPISP)


Pacto das Águas

O Pacto das Águas promove alternativas de geração de renda às comunidades da Amazônia apoiando a estruturação das cadeias de produtos da sociobiodiversidade já utilizados pelas comunidades, assim como de outros potenciais existentes em suas terras. O Pacto desenvolve um projeto de mesmo nome, na região Noroeste de Mato Grosso e Leste de Rondônia, que tem como meta estimular e consolidar estratégias de desenvolvimento pautadas na manutenção da floresta e respeito à cultura das populações tradicionais.

Nome da entidade ou responsável: Pacto das Águas


Rede Sementes do Xingu – coleta e comercialização de sementes nativas

A Rede de Sementes do Xingu (RSX) nasceu em 2007 para atender o crescimento da demanda por sementes de espécies nativas para plantios de restauração no âmbito da Campanha Y Ikatu Xingu, de 2006. A ideia é simples: uma rede de trocas e encomendas de sementes de árvores e outras plantas nativas da região do Xingu, Araguaia e Teles Pires, promovendo os conhecimentos locais sobre uso e recuperação das florestas e cerrados do Mato Grosso.

Nome da entidade ou responsável: Instituto Socioambiental (ISA)