Apicultura no Manguezal

No projeto Goiamum, catadores de caranguejo da comunidade de Gameleira da Barra Nova são capacitados com técnicas de apicultura em manguezal e, ao final, recebem até certificados. As abelhas são capturadas do mangue com macacão, máscara, luva e pó de serra e depois são tratadas com todo o carinho. O cultivo de abelhas e o mel proveniente delas se torna uma alternativa de renda para as famílias que dependem do mangue durante a época de reprodução do caranguejo, além de ser uma forma de cuidado e preservação do local.

Confira o vídeo com a reportagem sobre a prática: https://globoplay.globo.com/v/1862245/

Nome da entidade ou responsável: Instituto Goiamum


Recuperação de território indígena

A Operação Amazônia Nativa (OPAN) atua pelo fortalecimento do protagonismo indígena no cenário regional, valorizando sua cultura e seus modos de organização social através da atuação nas áreas de cultura, educação, saúde, economia e qualificação das práticas de gestão de seus territórios e recursos naturais, com autonomia e de forma sustentável.

Nome da entidade ou responsável: Operação Amazônia Nativa (OPAN)


Pólo da Borborema – Intercâmbio de técnicas entre agricultores do semiárido

O Programa de Desenvolvimento Local do Agreste da Paraíba, gerido pela organização AS-PTA, concentra sua ação em 15 municípios compreendidos pela área de abrangência do Polo Sindical e das Organizações da Agricultura Familiar de Borborema. A estratégia do programa está orientada para o aprimoramento das capacidades técnicas, metodológicas, socio-organizativas e políticas das organizações vinculadas ao Polo para que formulem, defendam e executem um projeto de desenvolvimento rural local baseado nos princípios da sustentabilidade socioambiental agroecológica.

Nome da entidade ou responsável: AS-PTA e Articulação Semiárido Brasileiro (ASA)


Pacto das Águas

O Pacto das Águas promove alternativas de geração de renda às comunidades da Amazônia apoiando a estruturação das cadeias de produtos da sociobiodiversidade já utilizados pelas comunidades, assim como de outros potenciais existentes em suas terras. O Pacto desenvolve um projeto de mesmo nome, na região Noroeste de Mato Grosso e Leste de Rondônia, que tem como meta estimular e consolidar estratégias de desenvolvimento pautadas na manutenção da floresta e respeito à cultura das populações tradicionais.

Nome da entidade ou responsável: Pacto das Águas


Programa Liderar e Projeto Formar – capacitação na Amazônia

O IEB dedica-se a formar e capacitar pessoas, bem como fortalecer organizações nas áreas de manejo dos recursos naturais, gestão ambiental e territorial e outros temas relacionados à sustentabilidade na região da Amazônia brasileira. O IEB atua em rede, busca parcerias e promove situações de interação e intercâmbio entre organizações da sociedade civil, associações comunitárias, instâncias de governo e o setor privado. Como uma organização de ações educativas, incorpora os saberes de parceiros, as diferentes culturas e as técnicas populares.

Nome da entidade ou responsável: Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB)


Democratização do acesso à água no Semiárido

A ASA é uma rede formada por mais de três mil organizações da sociedade civil de distintas naturezas que defende, propaga e põe em prática, inclusive através de políticas públicas, o projeto político de convivência com o Semiárido e a defesa dos direitos dos povos e comunidades da região. A convivência com o Semiárido passa, primeiramente, pela defesa do direito à água. Nesta trilha, a articulação desenvolveu diversos programas de formação e mobilização, como o “Um Milhão de Cisternas”, “Uma Terra e Duas Águas”, “Cisternas nas Escolas” e “Sementes do Semiárido”.

Nome da entidade ou responsável: Articulação Semiárido Brasileiro (ASA)


Fazer é Pensar: Que Cidade Queremos?

Para tentar promover o desenvolvimento sustentável da cidade de Porto Alegre, a ONG Cidade iniciou em 2015 o projeto “Fazer é Pensar: Que Cidade Queremos?”. Trata-se de uma série de iniciativas divididas em dez temáticas, que vão de Patrimônio Histórico e Planejamento Urbano até Resíduos Urbanos, para discutir e propor alternativas de desenvolvimento em Porto Alegre. O projeto também prevê o desenvolvimento de uma rede de articulação entre cidadãos, movimentos sociais, acadêmicos, profissionais e grupos em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

Nome da entidade ou responsável: Cidade (Centro de Assessoria e Estudos Urbanos) e IAB-RS (Instituto de Arquitetos do Brasil)


Resíduo Zero

A Aliança Resíduo Zero promove o debate e a implementação de práticas de Resíduo Zero no Brasil a partir da participação cidadã. A iniciativa tem gerado práticas que transformam a cultura relacionada aos resíduos, ampliam a compreensão das relações entre produção, consumo e valorizam os recursos naturais.

Nome da entidade ou responsável: Aliança Resíduo Zero Brasil (Instituto Pólis, dentre outros parceiros)


Rede Sementes do Xingu – coleta e comercialização de sementes nativas

A Rede de Sementes do Xingu (RSX) nasceu em 2007 para atender o crescimento da demanda por sementes de espécies nativas para plantios de restauração no âmbito da Campanha Y Ikatu Xingu, de 2006. A ideia é simples: uma rede de trocas e encomendas de sementes de árvores e outras plantas nativas da região do Xingu, Araguaia e Teles Pires, promovendo os conhecimentos locais sobre uso e recuperação das florestas e cerrados do Mato Grosso.

Nome da entidade ou responsável: Instituto Socioambiental (ISA)


Terra Mirim Comunidade Intencional

Comunidade autônoma, sem vínculos formais com instituições religiosas, políticas ou sociais, mantida por seu corpo de voluntários, residentes e não residentes da comunidade, que colaboram doando suas horas de serviço, elaborando e executando projetos, além de promoverem campanhas institucionais. Terramirim busca facilitar o autoconhecimento e o desenvolvimento espiritual, assim como proporcionar uma experiência de vida comunitária a partir da participação nas atividades do dia a dia em contato próximo com a Natureza. A comunidade fundamenta a busca do autoconhecimento nos princípios da Ecologia Integrativa e nos Saberes Xamânicos – saberes dos povos da terra, cultura espiritual milenar da América Nativa – que têm como uma de suas simbologias a terra como Mãe de todos os seres.

Nome da entidade ou responsável: Fundação Terra Mirim


Banco Comunitário Palmas

O Banco Comunitário Palmas é uma prática de Socioeconomia Solidária da Comunidade do Conjunto Palmeiras em Fortaleza – Ceará, Brasil. Como Banco Comunitário, é um serviço financeiro solidário organizado em rede, de natureza associativa e comunitária, voltado para a reorganização da economia local para superação da pobreza urbana e rural, promoção do desenvolvimento econômico responsável, criação de projetos de trabalho e geração de renda. A partir das práticas do banco, forma-se uma rede local de prosumatores, isto é, cada morador é simultaneamente produtor, consumidor e ator social de transformação. O Banco Comunitário é de propriedade da comunidade e é gerido pela Associação dos Moradores do Conjunto Palmeira (ASMOCONP), que criou o Instituto Palmas.

Nome da entidade ou responsável: Instituto Banco Palmas


Central do Cerrado – Comercialização de produtos ecossociais

A Central do Cerrado é uma central de cooperativas sem fins lucrativos estabelecida por 35 organizações comunitárias, de sete estados brasileiros, que desenvolvem atividades produtivas a partir do uso sustentável da biodiversidade do Cerrado. Funciona como uma ponte entre produtores comunitários e consumidores, oferecendo produtos de qualidade como pequi, buriti e mel coletados e processados por agricultores familiares e comunidades tradicionais no Cerrado.

Nome da entidade ou responsável: Central do Cerrado